Fluminense sofre derrota para o Bragantino e critica arbitragem; negociações para venda de Isaac avançam
De acordo com o vídeo publicado pelo canal Canal do Lessa:
- O Fluminense enfrentou o Bragantino em um jogo do Campeonato Brasileiro, onde perdeu por 4 a 2.
- O time entrou em campo desatento, levando ao menos três gols que poderiam ser evitados.
- A atuação defensiva foi crítica, com falhas repetitivas em bolas aéreas e posicionamento correto dos jogadores.
- Apesar do domínio da posse de bola (64%) e finalizações (21), o Fluminense não conseguiu um resultado melhor devido aos erros defensivos.
- A arbitragem foi alvo de críticas, com um pênalti claro não marcado e falhas em decisões que prejudicaram a equipe.
- Renato Gaúcho se manifestou sobre a arbitragem, defendendo que VAR não deve decidir sozinho lances importantes.
- Há negociações avançadas para a venda do meia Isaac para o Shakhtar Donetsk, com o Fluminense buscando um valor fixo maior do que as propostas anteriores de 7 e 9 milhões de euros.
- O clube também visa garantir uma cláusula de preferência para um possível retorno do jogador ao Brasil e busca reduzir o percentual destinado aos empresários envolvidos na negociação.
- A pressão do staff de Isaac por mais oportunidades no time principal é um fator na decisão de vender o atleta.
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Transcrição do vídeo
tá em crise, chama o Fluminense. Eh, voltamos a ressuscitar mais um no Campeonato Brasileiro, Bragantino, que vinha de oito derrotas consecutivas, o Fluminense a sete jogos sem perder. Quem poderia imaginar, né? A gente poderia imaginar. Falei sobre isso aqui no no pré-jogo. Quem acompanhou o pré-jogo aqui no canal do Lessa, eh, viu, falei: “Olha, espero que hoje o Fluminense não ative de novo o módulo o módulo Robin Hood, porque invariavelmente isso acontece. Foi mais um jogo em que se o Fluminense tivesse feito o básico, o mínimo, poderia trazer pontos ou levar pontos para o Rio de Janeiro. E por isso eu tenho falado de maneira insistente, eu tenho batido nesta tecla que pode servir talvez de bengala em alguns momentos para o Renato Gaúcho, que pode servir de desculpa para erros que são cometidos de maneira sistemática. Mas é um fato. Vocês podem reparar. É até repetitivo, mas eu insisto. Eu falo, gente, se entra focado, se entra ligado, se entra concentrado, fizer o jogo correto, vai trazer ponto. Vai trazer ponto. Mas é inadmissível que o Fluminense, o Fluminense entrar em campo da forma como entrou hoje e simplesmente levar três gols, dois praticamente iguais. Os quatro dá pra gente falar que eram perfeitamente evitáveis, talvez menos o segundo. O restante eram todos gols evitáveis e mesmo sem fazer uma partida brilhante, se tivesse tido um comportamento defensivo apenas OK, daria para ter conseguido um resultado melhor. É impressionante como o time entra dormindo, leva dois gols com 3 minutos com todo mundo. E você pode, se a gente pegar, uma hora eu vou pegar isso, vou pegar todos esses gols que o Fluminense levou nesse pós Copa do Mundo, gols de bola aérea, principalmente as bolas levantadas na área, para vocês perceberem um padrão muito claro. A bola é levantada na área e tá todo mundo meio que olhando, olhando só a bola. Os jogadores não se ligam na movimentação dos jogadores e sempre que entra dessa forma as coisas acontecem assim. E eu não tô querendo dizer que ah, perdeu porque entrou desatento. Foi apenas uma fatalidade. Não há de se entender o porquê. Porque o time entra dessa forma em campo num jogo em que, claro, não é um jogo decisivo. O jogo decisivo é semana que vem, mas isso é um alerta. Semana que vem contra o Bahia. Mata-mata. Daqui a pouco contra o Lanuz é mata-mata. Se entrar dessa forma é porrada e depois casa. Então é o tipo de de comportamento que foi padronizado em algumas partidas que a gente não viu eh pelo menos em grande parte desses últimos jogos, que infelizmente se repetiu em Bragança Paulista, né? O primeiro gol, uma bola levantada na área, atuação do Fent, aliás, dos dois laterais, uma tragédia, né? Uma tragédia de miouro de zaga também. OK. Mas a atuação dos dois laterais hoje, pelo amor de Deus, o Fuentes, três gols foram pelo lado dele, dois gols, bolas, bolas alçadas na área, ele olhando, o jogador, se não me engano, Laquintana que o Laquintana que evita a saída de bola, rola para trás, João João faz o gol, depois mais jogada esquerda, a bola esticada nas costas do Freit, não tinha ninguém ali, o Fre estava lá marcando não sei quem. O Fluminense com quatro, cinco jogadores no momento do passe, o Fluminense tem quatro, cinco jogadores atrás, só o Eduardo Sacha entre eles. E o Eduardo Sasa consegue ainda assim fazer o segundo gol do Bragantino. 2 a 0. Aí é óbvio, né? É claro que aquilo vai ter um impacto. É muito mais difícil você reagir quando você larga tomando dois gols. É muito mais complicado. Evidente, né? Aí o Fluminense foi tentar a reação, não fez um jogo assim e não conseguiu levar tanto perigo de cara, mas foi aos poucos tendo domínio territorial da partida, tendo mais posse de bola e conseguiu fazer um gol. É um gol bonito, por sinal. Talvez a única boa notícia desse jogo de fato, atuação de Lucho Acosta, um jogador que se apresentou, correu para todos os lados, não é claramente não é a marcação forte dele e nem é para ser mesmo de fato, mas é um jogador que participou, se colocou à disposição do jogo inteiro, né? E achou primeiro investe a bola pra direita, pro Guga, depois acha um passe maravilhoso pro Canobio que rola para trás, o Hércules chega e diminui para cá. Opa, dá uma esperança. Tem como buscar, né? Claro que tem como buscar. Estão falando futebol, vou voltar pro segundo tempo e vai ter como a gente buscar. E aí leva um gol muito parecido com o que levou o primeiro tempo cominho de novo com 3 minutos. De novo. Bola vem da esquerda. O Hércules tá entrando na área, meio que trotando, olhando. O Fuent sai para marcar o centroavante. O Freit ou o Manuel, se não me engano, acho que era o Freit, estava pegando o jogador da frente. O Fenter sai para encostar, não olha em momento nenhum você, ele não olha o Lactana atrás dele, não olha. E aí o cara tá atrás sozinho. O Hércules que tá ali não faz a leitura do cara que vai ficar sozinho, não entra na área desesperado, tentar tirar essa bola. A bola vai na cabeça, o cara faz o gol. Aí fica muito difícil. Não tem desculpa para um negócio desse, né? Não tem. Três a um, muito mais complicado. E aí o Fluminense vai ter que buscar novamente remar tudo de novo. E no segundo tempo, se a gente olhar, tanto é que tô batendo nessa tecla que se não fosse gols tão ridículos que o Fluminense levou, 64% de posse de bola jogando fora de casa, né? 21 finalizações contra oito do Bragantino. Fluminense trocou 570 passes no jogo contra 330 do Bragantino. Para vocês terem uma noção. Ver só estatísticas de passes certos. 500 do Fluminense, 264. Então, a teve esse esse esse domínio, teve esse volume, só que e conseguiu fazer dois gols, só que atrás foi um desastre e aí compromete tudo. Depois o Acosta ainda faz aquele gol, você vê inclusive um chutaço do gol, o goleiro rebateu e faz um gol de quem tem qualidade. Então, diminui o placar, acende novamente a esperança. E aí o Bragantinho numa série de bola rápida no contra-ataque, o Guga tropeça, cai que nem uma banana ali no meio de campo, os caras vão lá e fazem o gol, o quarto gol e aí decide, define o placar, né? De novo, era um outro gol e depois Thiago Borbes ainda quase conseguiu fazer um gol, poderia ter feito o quinto ali num outro contra-ataque. Enfim, foi uma atuação eh desastrosa do Fluminense no sistema defensivo, né? Uma atuação fraca também do Bernal hoje, no geral, bem fraca. Eh, sem o Martinelli o time acabou sentindo um pouco também. Hoje o Serna também não teve num esteve num grande dia, assim como Di Mancano. Mas enfim, é o que eu tô falando, mesmo sem uma atuação brilhante, o Fluminense poderia ter tido uma sorte melhor se tivesse feito uma partida apenas regular no seu sistema defensivo, né? É impressionante, é impressionante esse tipo de falha que o time eh eh parece ter normalizado nesses últimos jogos. E aí, para além da da análise, eu vou colocar aqui eh são duas coisas diferentes, tá? Eu acho que tem jogo que a gente tá com tanta raiva que não dá para falar de arbitragem. Tem outros, tem tem jogos e que dá para falar. Esse lance aqui só é pênalti para certos clubes. Para certos clubes isso aqui teria sido marcado pênalti. Só para alguns. Para outros não. Aí não tem vá, não tem a merda do V, não funciona. Mas quando é contra funciona na hora. Não. Pênalti claríssimo que poderia o Fluminense ter empatado o jogo ali no primeiro tempo. Poderia ter empatado. Ah, se se isso ia mudar o destino do jogo ou não, não dá para saber. O fato que era para ter marcado esse pênalti é um absurdo não ter marcado esse pênalti. Simples, simples. É lance para chegar e marcar o pênalti. Acabou, não tem discussão. Aí teve uma outra jogada depois, eh, essa jogada aqui, essa entrada no Hércules, um outro total absurdo também essa entrada no Hércules. O cara poderia ter sido expulso. Um tapa no rosto do Fuentes, largou a mão lá quintando na na lá quintando na cara do do Fuentes. O árbitro não deu nada, já tinha amarelo. O Bernal leva um cartão amarelo sem encostar no jogador do Bragantino. uma atuação assim, uma porcaria, um lixo de atuação desse árbitro que eu até esqueci o Lucas Paulo Torezinho. Uma porcaria de arbitragem. É uma vergonha de novo o Fluminense sendo lascado e roubado no Campeonato Brasileiro por causa de lances explícitos, lances claros que não cabe interpretação. É um negócio assim chega a ser repetitivo. E aí o Renato na entrevista coletiva falou sobre isso. Eu vou aprofundar em questões táticas técnicas depois no outro vídeo, mas eu resolvi no primeiro momento destacar também aqui essa fala do Renato para depois a gente trazer outros elementos aqui pr para essa análise que eu vou trazer no no outro vídeo aqui. Mas primeiro vamos colocar o Renato falando sobre essa questão da arbitragem. 2 a 1 pro Bragantino. Último lance do primeiro tempo. Nós tivemos um pênalti. Então muita gente pode falar foi pênalti não foi pênalti. Bom, o que eu tenho para falar desse lance? O Rodrigo, diretor de arbitragem da CBF, o Péxar do VAR. A CBF sabe que eu sou um cara que defende a arbitragem, dou moral pra arbitragem, mas tem horas que eu também tenho que falar. uma pessoa, no caso, a pessoa do Não é só no nosso jogo, isso é pro bem do futebol brasileiro, não é só no nosso jogo que aconteceu hoje. Não pode, de maneira alguma. Não pode, e nós temos exemplos disso no Brasil, inclusive, não pode uma pessoa só tomar uma decisão. O que eu quero falar com isso? O Vá apita o jogo. Eu venho falando isso há 10 anos. O VAR apita o jogo. O VAR não pode apitar o jogo sozinho. Uma pessoa do VAR não pode decidir o que é certo, o que é errado dentro do campo. O árbitro é o dono do jogo e muitos árbitros falam: “Eu que mando o jogo”. Ele tá certo, ele que manda o jogo. Então, mais uma vez vou dar um conselho paraas pessoas da CBF. Manda o VAR, quando ele tiver numa indecisão e uma indecisão ele tinha hoje, pode ter certeza porque aquilo é pênalti, porque no momento que o Facundo tenta dar o chapéu, tenta dar o drible nele, ele tá com o braço aberto. Quando a bola pega no braço dele, ele joga o braço para trás. Bom, para quem jogou futebol, é tapar os olhos e ver que foi pênal. Mas aí tem pessoas no VAR que nunca jogaram futebol. Tem pessoas no V que acham que é aquilo e decidem. E um lance desse que é pênalti e não é dado, não tô falando que a gente iria fazer o gol no pênalti, mas nós teríos grande possibilidade de acabar o primeiro tempo com o jogo empatado. Então o que eu quero falar paraa CBF, eu falo isso há 10 anos. Um lance desse, o VAR não pode se diir sozinho. Ele tem que chamar o árbitro. Ele tem que ter a segunda opinião. Não é porque o V chama o árbitro que o árbitro vai mudar de opinião, porque muitas vezes o árbitro não tá vendo o lance direito. O VAR tá aí para isso. Chama o árbitro, converse, troca ideias. Olha, eu acho isso. Que que você acha? São duas pessoas no mínimo que tomam uma decisão, porque uma decisão de uma jogada errada como essa, um pên não dá, pode botar um time paraa segunda divisão, pode dar um título para um clube, pode tirar uma vaga da Libertadores, enfim, pode acontecer 1 milhão de coisas. Não pode uma pessoa tomar uma decisão porque ela vai prejudicar A, B ou C. Tem que acabar com esse negócio do VAR apitar o jogo. Eu não sou contra o VAR, pelo contrário, sou totalmente a favor do VAR. Se tem a máquina, a máquina tem que ser usada pro bem. Agora, não pode uma pessoa achar: “Ah, não foi pente”. Ah, ou foi pala o seguinte, chama o árbitro nesses lances, chama o árbitro, chama o árbitro, discute com o árbitro, conversa com o árbitro. Não é porque ele chamou o árbitro que o árbitro tem que mudar a opinião dele. Então, tem que acabar com isso no Brasil. Há horas, há 10 anos, 8 anos, como eu falando que o V, tem que parar de apitar o jogo sozinho, tem que parar. E a gente tá vendo os erros infantis que o V tem cometido no no jogo, não é só nos jogos do do Fluminense, não, em vários jogos eu vejo. Por quê? Porque uma pessoa só toma decisão. E no momento que uma pessoa só no Brasil toma a decisão, bom, a gente vê o que acontece, né? a gente tem visto. Então, enfim, em suma, poderia ter sido diferente, poderia ter sido melhor. Fluminense poderia ter pontuado e, de novo, para mim perde pontos importantes no campeonato. É uma equipe que vinha num momento muito ruim, é uma equipe que vinha sem confiança o Bragantino, uma sequência de derrotas e o Fluminense não consegue superar esse adversário e conseguir três pontos que seriam espetaculares para efeitos de tabela de Campeonato Brasileiro, pensando também na sequência que vem aí. Tudo bem que vai ter uma data FIFA depois, mas enfim, é um jogo fora de casa que dava para ter pontuado. Depois é o Santos que também não tá bem no campeonato. Eh, eh, eh, não dá para um time desse nível que quer conquistar título, que quer alçar coisas maiores na na no ano, eh pecar dessa forma, como já fez em outros jogos, né? E também não dá pra arbitragem fazer essa vergonha, que também já não é novidade nenhuma. Enfim, eh isso não justifica, só para deixar bem claro, obviamente não justifica a incompetência do Fluminense e o desastre defensivo que foi a atuação do Fluminense hoje em Bragança Paulista, tá? Mas como eu como eu falei, eu vou trazer outros elementos para essa análise aqui e outros detalhes que eu que eu que eu tô apurando em relação a uma outra fala da entrevista do do Renato Gaúcho. Bom, vou trazer aqui uma informação agora, porque esse vídeo é é um vídeo diferente, né, de análise e de informação também, que é sobre a venda do meia Isaac, que está quase concluída, não está totalmente fechada ainda, mas está praticamente definida que o Isaac, definido que o Isaac vai para o Shakta Donetsk da Ucrânia. Eu vou trazer algumas informações que eu trouxe eh que eu publiquei mais cedo nas redes sociais e até pelo jogo não deu para trazer para vocês aqui no canal. Eh, vocês vão lembrar desses últimos dias os amigos lá do GE publicaram duas propostas que foram feitas pelo Shaka e negadas pelo Fluminense, uma de 7 milhões de euros e outra depois de 9 milhões de euros, né? Isso daria, se aproximaria ali de 50 e um pouco mais, superaria R$ 50 milhões deais, mas não sa não sabíamos se seria valor fixo ou se eh eh teria variável e a que se referia exatamente. Ainda não tenho esses detalhes, mas o Fluminense não aceitou essas propostas, seguiu negociando e está muito próximo de fechar um acordo para essa venda, de selar um acordo para essa venda. O que que o Fluminense tá buscando neste momento? eh conseguir um valor fixo maior. Esse valor poderia ser em torno de 9 milhões de euros. Um valor fixo. O Fluminense quer quer chegar nos 10, mas acho que não vai chegar. Então creio que seja a tentativa é de porque eles ofereceram nove com bônus. Então o Fluminense quer nove fixo, vai tentar garantir 9 milhões de euros fixos com mais bônus que sejam fáceis de se conquistar para o jogador, tá? Eh, além disso, tem outras exigências. Eu vou colocar na tela para vocês aqui o que eu publiquei nas redes, até para ficar mais fácil aqui. Eh, esse, além de exigir um valor fixo maior, o Fluminense quer que o pagamento seja feito num curto prazo e que o valor de bônus, como eu disse para vocês, sejam de metas ali bem atingíveis. O Fluminense também vai ficar com percentual numa futura venda e colocará uma cláusula neste nesta venda, tendo a preferência para um retorno do do Isaac ao futebol brasileiro para evitar que ele vá para um rival diretamente. É uma coisa que o Fluminense já tem feito e fez a situação ali do Jhon Arias também. Eh, o que vem travando o negócio que impediu o negócio de ser fechado já de cara, é que o Fluminense também tenta reduzir o percentual dos empresários. O Fluminense é 85% dos direitos do Isaac, mas tem 10% dessa questão do do da da do que é a taxa dos empresários, né, que é o percentual dos empresários. 10% por prioridade de venda. É um outro termo, acho que me fugiu aqui agora, mas enfim, 10% pela venda é do empresário. Então, o Fluminense tenta reduzir esse percentual para ficar com uma fatia maior dessa negociação, tá? Então, as condições são essas. E por que que o Fluminense tá negociando o Isaac? Obviamente eu não sei todos os motivos, mas o que eu tenho certeza é que ah, há uma pressão do staff do Isaac para que ele seja aproveitado no profissional, no profissional do Fluminense, lembrando que o Isaac acabou de subir faz muito pouco tempo, fez poucos jogos, não conseguiu, obviamente também não teve uma sequência, não teve tantas oportunidades, mas no campeonato carioca também não conseguiu sobressair. O Rielme, por exemplo, apareceu mais no campeonato carioca do que o Isaac, muito mais. Eh, no profissional não vai ter espaço agora porque o Fluminense tem o Ganso e acabou de contratar o Acosta. Até pela questão física, o Isaac ainda muito esmerradinho, ele não vai jogar agora. Então, todo mundo sabe disso. O Fluminense falou: “Olha, cara, não, não vai ter agora, não tem como ter espaço, vai chegar, vai trabalhar esse ano e ano que vem talvez tenha uma uma brecha maior, mas agora não vai ter espaço.” E os caras querem que o Isaac tenha minutagem no time de cima e não mais no sub-20. Tá? E aí é o que eu vou trazer para vocês aqui é um é um recorte do que é a realidade. E aí cada um faz porque isso eu já venho falando sobre isso, não é de agora. Sobre outras situações em relação a outros jogadores como Kauan e Elis que foram vendidos. Vocês lembram lá na situação do Kauan que foi ele chegou a ser rebaixado pro sub-20 porque os caras estavam fazendo exigências absurdas. Uma das exigências era não voltar mais para o sub-20 para renovar, além de pedirem o caminão de dinheiro para um moleque que mal tem 18 anos. O futebol hoje é isso. E aí os caras fazem fazem pressão, fazem pressão. Eh, tem uma questão do pai do Isaac também, que quer que o jogador jogue, que é um absurdo, que não joga, que não tem oportunidade, quer isso, é aquilo, sendo que o moleque acabou de, ele tá fazendo a transição ainda. Então o clube para renovar o contrato e não perder o garoto de graça, evidentemente, tem que aceitar algumas condições, porque eles impõe e se não aceitar o cara não renova, daqui a pouco ele sai de graça. Essa é a realidade. Infelizmente essa é a realidade. Então os caras começam a pressionar e aí o garoto não quer mais, não fica mais afim de descer para jogar no sub-20, só quer jogar no profissional. no profissional não joga, fica essa queda de braço. A comissão técnica, o Renato fala: “Olha, não tem condições ainda de jogar, não tem corpo nem para jogar”. Não tô dizendo nem que é certo, que é errado, eu tô falando o que realmente acontece, tá? Não tá preparado para jogar. O que acontece é isso. E aí eh eh qual o temor aí? Tem uma leitura que eu faço da situação. O Fluminense tem opção de não vende de jeito nenhum, vai ficar aqui, vai arriscar para tentar, se ele der certo e explodir, ganhar um dinheiro grande lá na frente. A outra opção, vende agora, garante esse dinheiro. Por quê? A verdade é, por mais promissor que seja o Isaac, e ele é muito promissor na base, um grande destaque, sempre foi seleção de base junto com Riquelm, é indiscutível, é uma grande promessa, mas o Artur também era uma grande promessa. O Fluminense recusou proposta de 8, 10 milhões pelo Artur e a gente viu no que deu. E tem outros exemplos assim, mas tem exemplos também de João Pedro que saiu daqui de graça praticamente e se tornou o jogador que se tornou hoje. Um absurdo, um craque de bola. Então a diretoria pesa e aí vale o risco, vamos segurar e arriscar, mas não vai ter espaço agora. O jogador pode desvalorizar porque não tá jogando, daqui a pouco não tem sequência no profissional, fico fazendo pressão. O Víor Hugo no Flamengo também é outro exemplo, né? Só para ter um exemplo do rival. recusaram propostas altas por ele, ele não foi, não teve mais sequência depois no time e agora tá desvalorizado. Então assim, são eh tem uma série de questões que são levadas em consideração e aí tem que se tomar uma decisão. Eu particularmente não gosto do jogador dessa idade que não foi testado no profissional, que não teve oportunidade, que é uma promessa. Eu particularmente não gosto do jogador vendido assim sem antes pelo menos a gente ver de fato se tem potencial, se tem condições, se não tem condições. me incomoda bastante, mas a realidade é que o sistema hoje ele pressiona o tempo todo. Tem que jogar, tem que jogar, tá preparado. Mesmo sem ter condições, ninguém quer saber, tem que jogar de qualquer jeito. E ficam fazendo essa pressão, essa pressão, essa pressão. O moleque não joga, daqui a pouco não quer mais saber de jogar no sub-20 e aí cai naquele limbo ali. Enfim, é uma situação muito complicada. Eu gostaria muito, tem jogadores que são contratados por valores altos, como veio Soteudo agora, eu gostaria muito que um moleque desse tivesse mais oportunidades, mas o Fluminense vai contratando reforços e todo mundo quer reforços, mas aí o reforço sendo bom ou ruim, chega, vai ter mais espaço do que quem tá ali, até porque são caras profissionais, os caras tem mais rodagem, vai jogando, vai jogando e os moleques automaticamente, se não for muito acima da média e o Isaac não teve assim uma atuação nem no campeonato carioca, como cair aí que teve lá atrás, se destacou e tal, e aí vão ficando ali, né, e precisam ter tempo, esse tempo para maturar, para evoluir, para aos poucos ter chance, ter oportunidade. Não, não tem ciência exata nisso. Não há ciência exata. Só o tempo vai dizer se foi uma decisão certa ou não em vender o jogador, só mesmo tempo vai dizer: “Eu não gostaria que fosse vendido. Eu gostaria que ele tivesse condições de demonstrar aqui.” Mas é um risco. Inegavelmente é um risco. Não tem como discutir isso. Se se eh discutir isso é querer fugir da realidade. Um jogador pode chegar e explodir, como pode também não acontecer, e aí você perde uma grana. Vamos ver. Eh, é uma situação, até o Wilson Forte lá da central Fluminense publicou que ele já se despediu dos companheiros. Então, eh, basta o Shaká atender essas exigências e provavelmente essa venda do Isaac vai ser sacramentada hoje ou amanhã, muito em breve, e ele vai jogar no Shaketa Donetsk. Resto depois a gente tentar descobrir por quanto, qual vai ser o valor que o Fluminense vai receber por isso. Fechou, galera? É isso, vou ficando por aqui e assim que tiver mais novidades em relação a esse caso, evidentemente eu vou trazer aqui para vocês, tá? esqueceão de deixar seu like aí, se inscrever no canal e também o seu comentário, como sempre muito bem-vindo. Tamos junto.