Renato Gaúcho alerta sobre falta de concentração do Fluminense após derrota e sugere mudanças na equipe
De acordo com o vídeo publicado pelo canal Canal do Lessa:
- Renato Gaúcho, técnico do Fluminense, expressou preocupação com a falta de concentração dos jogadores antes e durante o jogo contra o Bragantino, onde o time levou dois gols nos primeiros minutos.
- O técnico alertou a equipe sobre a necessidade de foco, mas a atuação abaixo do esperado se repetiu em outros jogos, criando um padrão preocupante.
- As consequentes falhas na defesa foram atribuídas à desconcentração dos atletas e à falta de comprometimento com o Campeonato Brasileiro.
- Renato sugeriu a necessidade de mudanças na escalação, indicando que poderia promover jogadores mais jovens que demonstrem vontade de jogar, dado o desempenho insatisfatório de alguns veteranos.
- O Guga, jogador do Fluminense, admitiu que o time não estava preparado e as cobranças no vestiário foram feitas em relação ao aquecimento e à concentração.
- O técnico foi questionado sobre sua avaliação do trabalho no clube, afirmando que sua nota seria 10 devido aos bons resultados nas copas, embora reconheça oscilações no Campeonato Brasileiro.
- Informações sobre Nino esclarecem rumores de sua saída para o Vasco, afirmando que ele não aceitou propostas e que sua preferência, caso retorne ao Brasil, será o Fluminense.
- O fluxo de informações e as negociações envolvendo Nino com o Zenit foram detalhados, incluindo o respeito do jogador pelo Fluminense e a possibilidade de futuras tentativas de negociação.
Assista ao vídeo 🚨SE FERR@RAM! RIVAL LEVOU NÃO DO NINO! FELIPE MELO FALOU! ATÉ QUANDO ISSO, RENATO?! ATÉ O GUGA FALOU.
Transcrição do vídeo
Vou começar esse vídeo aqui trazendo uma fala do Renato. Na verdade é a resposta, a primeira resposta do técnico Renato Gaúcho na entrevista coletiva de ontem. E a partir daqui a gente vai desenvolver uma, não é só bem uma análise, mas eh fazer alguns levantar alguns questionamentos que para mim são eh impossíveis de não se fazer após e essa declaração do Renato. Bom, quanto essa última parte da tua pergunta, eh antes de de a gente entrar em campo, eu reuni o grupo e falei novamente para eles. Olha só, tô sentindo que vocês não estão focados no trabalho. Vocês vão entrar lá e, infelizmente, vai acontecer o pior. Tô avisando vocês para vocês acordarem porque a coisa vai acontecer. Aconteceu. No intervalo do jogo, eu falei a mesma coisa. entre ligados, entre focados, entre concentrados no trabalho de vocês. A gente voltou pro jogo com esse gol, senão a coisa vai acontecer de novo. E infelizmente a coisa aconteceu de novo. A gente procura alertá-los, a gente procura falar para eles o que pode acontecer. Infelizmente nós não entramos concentrados da maneira que nós tínhamos que entrar. Tomamos dois gols com 4 minutos, se eu não me engano, logo no início do jogo. E aí qualquer esquema tático vai por água baixo, né? Aí no segundo tempo a gente tem que abrir o time, ter que se expor, ter que dar espaço pro adversário e aí aconteceu o que aconteceu. Mesmo assim conseguimos fazer o segundo gol no momento que a gente tava crescendo na partida, que eu ia fazer mais algumas substituições, colocar ainda mais o time pra frente, aí infelizmente num num lance de total infelicidade o Gug escorregou e nós tomamos o quarto gol. Depois ficou um jogo aberto, eles tiveram algumas chances, nós tivemos outras chances, enfim, é um jogo pra gente aprender bastante, tirar de lição, tirar como exemplo e guardar na memória. Então esse é o meu tema com meu grupo pros próximos jogos, apesar que eu alerto ele sempre sobre isso, mas mais do que nunca, infelizmente nós tivemos os exemplos hoje, falhamos bastante, tomamos quatro gols, pagamos pelos nossos próprios erros, não tirando os méritos do do do Bragantino, mas infelizmente nós facilitamos muito a vida deles e perdemos um jogo que a gente poderia ser aqui com com resultado melhor. Bom, vamos lá. O técnico abre a entrevista coletiva e diz que antes do jogo os jogadores estavam desconcentrados. Ele percebeu isso no aquecimento e avisou: “Olha, se entrar assim é o famoso vai dar merda”. O time entra em campo e que acontece dois gols em 3 minutos. Volta pro intervalo, fala a mesma coisa. O time volta pro campo, o que acontece? Mais um gol com 3 minutos, praticamente igual. ao primeiro gol que o Fluminense sofreu. E aí eu queria entender como que um esses jogadores que vão entrar em campo, eu queria entender, na verdade, o motivo de entrarem dormindo, completamente desconectados, desconcentrados com um jogo importante de Campeonato Brasileiro. Afinal de contas, falando de Campeonato Brasileiro, todo jogo é muito importante. São pontos que podem fazer muita falta lá na frente, porque o Fluminense e não é, se fosse só esse jogo, é uma coisa, ah, aconteceu aqui, faz parte, em algum momento era o ser humano, né? O time entra num jogo meio abaixo e tal e leva uma porrada. OK? Acontece a questão que isso já aconteceu em várias outras partidas, ou seja, é um padrão, é um padrão que nesses últimos jogos não se não se repetiu, mas que em diversos momentos esse esse grupo mostrou esse padrão com times diferentes, com escalações diferentes, com jogadores diferentes em campo. Eu queria sinceramente entender e o o esses jogadores estão porque eles escolheram jogar só na só contra o Bahia no meio de semana, esse jogo não precisava. focar 100%, não precisava se dedicar. Alguém achou que não era muito importante, que dava, ah, o Bragantino tomou oito porradas, agora é só a gente entrar em campo que em algum momento a gente vai ganhar o jogo. É acomodação. É acomodação a questão, porque essa postura a gente tem que cobrar desses jogadores. Não tem como. É impossível pro pro treinador, os caras entram em campo dormindo, não levam dois gols em 3 minutos. vai jogar a culpa no técnico, mas tem algo que é responsabilidade do Renato nisso. O Renato tem a responsabilidade de fazer se diagnóstico. Ele fez, agora ele tem que identificar quem tá meia boca, quem não tá se esforçando é todo mundo. Não é possível que seja todo mundo. Eu me recuso a acreditar nisso. Então, quem não tá fazendo aquecimento direito, quem não tá concentrado, tira do time, tira, aliás, tira do jogo e coloca quem tá com disposição para jogar. Coloca algum moleque para jogar, já que os veteranos, eles estão pensando só em Copa do Brasil, Sul-Americano, só mata-mata. Então, coloca os moleques para jogar. Pega lá os moleques, o Isaac nem foi pro jogo porque tá prest a ser vendido. Pega o Riquelme, pega o Lescano. Ah, não foi pro jogo, né? Pois é. coloca quem quer jogar, porque não dá para para um clube do tamanho do Fluminense e sabendo que esses jogadores têm qualidade, porque esse grupo ele tem qualidade, ele já mostrou isso, não dá para ter essa postura com um diagnóstico prévio do próprio treinador do time, né? Não é uma coisa que, ah, não, ninguém percebeu. O Renato fala e quando o Renato fala isso, querendo ou não, ele joga a responsabilidade também para cima dos jogadores. Eu avisei, eu falei e eles não fizeram. E também não é a primeira vez isso acontece. E aí é o que eu tenho falado, o trabalho do Renato tá muito sustentado pelos resultados, principalmente nas copas. E eu tô falando isso desde antes da Copa do Mundo. E é justo também que ele se apoie nesses resultados e obviamente quando eles não chegarem ele vai ser também cobrado por isso e haverá consequências também quando as coisas não darem certo. Por quê? Imagino eu, em qualquer lugar do mundo, a gente sabe como funciona o futebol. É verdade que o jogador não gosta desse tipo de declaração, não gosta. Ah, mas são mimados e o técnico sempre assuma responsabilidade. Sim, tudo isso é verdade. Eu também concordo. Acho um absurdo, mas futebol é isso. Então, o Renato pega, ó, eu escalei o time, tenho culpa na prática realmente assim, não tem, mas é uma coisa que está acontecendo de maneira constante e ele como técnico da da do da equipe do time, ele tem que tomar decisões para evitar isso. Aí é responsabilidade do treinador, aí é responsabilidade de quem comanda. Se o diagnóstico tá feito, se o problema tá identificado e qual a atitude para evitar isso? Só falar. Pelo jeito só falar não tá adiantando. Então se tem gente que não tá a fim de jogar, tá a fim de não jogar o campeonato brasileiro, ou que tome um esporro que talvez já tenha até tomado, ou tira, coloca quem quer jogar de novo. Tô repetindo. E o próprio Guga na zona mista, ele admitiu esse comportamento. Sempre corta as bolas, vibra pra torcida, tá vestindo de fato a braçadeira. E eu também não posso deixar de te perguntar dos gols. Vou excluir o que você escorregou. Eu quero saber sua leitura de por que que você acha, o Renato falou de desatenção, mas por que que você acha que Fluminense levou três gols no começo dos tempos? Sim, ele sempre frisa muito eh pra gente entrar ligado e hoje acho que a gente deixou escapar isso. Eh, foi cobrado muito antes do jogo pra gente entrar mais ligado, que o aquecimento tinha sido um pouco abaixo. É, mas que sirva de de lição pra que a gente já tem uma uma decisão no próxima durante a semana lá lá em Salvador e que sirva de aprendizado para que a gente não possa entrar dessa mesma forma que a gente entrou hoje, porque custa muito caro. Custa muito caro e a gente tentou ainda correr atrás, a gente conseguiu fazer alguns gols. É, creio eu que tivemos até melhor em algum momento dentro da partida, mas mas tomamos dois gols muito rápidos que que custou muito caro pr pra derrota hoje. Sim. É, fico muito feliz. E sempre trabalhei muito forte aqui, né? Mas que que enfim que eu possa de alguma forma ajudar. cobro bastante também dentro do vestiário, mas eh não não muda nada a minha minha personalidade, minha minha minha relação aqui dentro do grupo. Sobre essa questão mesmo, é do do aquecimento que você acabou de falar, né, que o aquecimento tinha sido um pouquinho abaixo, Renato falou que teve então essa conversa com vocês antes de entrar em campo, antes do primeiro tempo e também no intervalo, como é que foi essa conversa, né, a gente que que é leico que tá de fora, como é que acontece isso no vestiário? Não, a gente acaba sentindo um pouco a energia do do grupo, né, da forma que a gente tá tá dentro do vestiário. Eh, claro, não só isso faz parte. A gente vem de uma de uma sequência muito forte também. É normal que que uma hora ou outra a gente acabe baixando um pouco a guarda, mas eh a gente se cobra para evitar viver essa esse tipo de de momento, mas eh a quantidade de jogos de de exigência física, mental que a gente vem tendo é é muito desgastante. Então é difícil realmente manter uma sequência muito forte. E a gente vinha já uns sete jogos sem sem derrota. Eh, a gente sabia que em algum momento isso ia acontecer, mas a gente se cobra muito para para que não deixe isso acontecer. Então, eh, mais uma vez, a gente foi falado depois do jogo que sirva de de aprendizado para que a gente possa entrar ainda mais forte na na na decisão que a gente tem durante a semana para que não não aconteça o que não vem acontecer. É o que aconteceu hoje aqui. Alguma novidade sobre a sua renovação? Já pode falar alguma coisa sobre isso? Ah, a gente tá conversando com o presidente, meu empresário e trá mãos de Deus. Então isso chamou muita atenção, é uma declaração do Renato que chama muita atenção e não é a primeira, se a gente buscar, não lembra qual jogo isso já aconteceu dele falar que o time tava desconcentrado no aquecimento. E aí a gente não pode normalizar isso. Sabe por quê? Porque vai acontecer em algum momento, vai acabar acontecendo no jogo decisivo, no jogo de mata-mata, num jogo de copa. E aí não tem como recuperar. E aí já era, porque é mata-mata. pontos corridos, você perde o jogo, não vamos recuperar na frente, não vamos pontuar na frente. E eu falo, defendo muito que algumas questões o subconsciente vai absorvendo, né? aquilo vai se normalizando, vai se naturalizando e depois à vezes os caras fazem e e talvez nem façam de maneira premeditada, mas é porque é normalizado e aí vai acontecer no momento que você não vai controlar e vai acabar acontecendo. Então, enfim, para mim não é o tipo de coisa que não dá para justificar. Jogar mal, todo mundo pode jogar mal. Eh, queda de desempenho, oscilar dentro do jogo, acontece, mas não desse jeito e não dessa forma. Eh, como a gente já viu em outras em outras situações, né? A gente tá vendo um time que tá conseguindo competir, que tá se mantendo vivo nas competições mata-mata. A gente reconhece todos esses médios, mas é importante também não largar o campeonato brasileiro. Não dá para largar o campeonato. Não dá para largar jogos como e pontos para trás, como o Fluminense tem tem feito. Porque de novo vou falar que eu já falei tantas e tantas vezes, não sabemos o que vai acontecer, não tem como prever. E aí é eliminar das competições mata-mata porque a gente não quer, não espera, a gente quer título, a gente quer final. Depois vai sobrar o quê? Se não tiver no no bolo, na briga ali em cima para voltar pra Libertadores, pelo menos. Então esse para mim é o alerta que tem que ser feito, tá? Porque jogadores foram contratados, querendo ou não, o Renato tem hoje mais condições de mexer no time, de montar o time de acordo com os jogos, mesmo sabendo que ainda assim a gente sabe que tem essa essa questão do desgaste, mas tem mais opções hoje justamente para isso, para colocar quem realmente quer, tá focado e tem está em melhores condições para jogar. E no final da coletiva, o Renato foi perguntado sobre uma nota pro trabalho dele e aí ele mandou sair. Renato Diego Perz da Rádio 102 aqui de Bragança. Você completa um turno eh no Fluminense, eu estive lá no Maracanã na sua estreia diante desse próprio Bragantino. Fluminense que no Campeonato Brasileiro tem oscilado, mas tá muito bem nas copas, né? Até contando com a Copa do Mundo de Clubes, onde foi o melhor melhor clube brasileiro classificado na Copa do Brasil, Sul-Americana. como você avalia esse seu trabalho no Fluminense até aqui? Nota 10. Então, Renato, o seu trabalho não é um trabalho nota 10, justamente por jogos como esse que no os jogadores são responsáveis, mas o o comandante também é responsável por outras partidas que o Fluminense fez abaixo, até mesmo antes da Copa do Mundo. Então, um trabalho que tem seus méritos, que tem resultados, que tem testes, variações, que tem insistências, que tem teimosia, como normalmente todo o trabalho tem, todo técnico tem. Normalmente técnico do futebol é assim, ninguém vai ser perfeito, mas é um trabalho que obviamente não é perfeito e que se apoia muito, como eu disse, nesses resultados. E no fim das contas, a gente sabe que o que fala mais alto no futebol são os resultados, né? Se eles não chegarem, bom, aí é uma outra realidade que a gente vai ter que cobrar, vai ter que falar, mas eu me sinto muito tranquilo porque eu sempre apontei erros em vitórias, apontei também méritos em algumas derrotas, não foi? Inclusive num jogo como de ontem, foi um jogo muito ruim, com esse show de erros de horrores que foi a defesa do Fluminense, ainda assim o time finalizou mais de 20 vezes e poderia ter tido um resultado melhor se não fosse esse combo desastroso da defesa com esses erros absurdos de arbitragem que eu já citei no vídeo anterior. Ainda assim com esses problemas poderia, o Fluminense poderia ter tido eh uma sorte melhor nesse confronto diante do Bragantino, tá? Eh, vou trazer uma informação aqui sobre Nino, que eu não tive a oportunidade de falar porque muita gente na sexta-feira: “Ah, o Nino tá tá indo pro Vasco, o Nino aceitou o propósito do Vasco.” É uma grande fake news que foi criada eh em relação a isso, que a informação que eu sempre tive foi que se o Nino quiser voltar para o Brasil, a preferência será do Fluminense e o Fluminense vai fazer o possível para garantir que ele volte para o Fluminense. O Nino não aceitou nenhuma proposta do Vasco. O Vasco fez uma proposta lá atrás, quem informou isso foi o Lucas Pedrosa. Fez uma proposta. Aa proposta foi de 5 milhões de euros pro Zenit. O Fluminense depois chegou e ofereceu oito. O Vasco tentou igualar. O Fernando Diniz já tinha ligado para convencer o Nino, tentou igualar a situação, não conseguiu. Eh, aliás, talvez tenha chegado no valor, mas não houve acerto porque o Zenit nunca quis liberar o Nino e não quer liberar o Nino e já deixou isso bem claro para ele, assim como Nino deixou lá atrás, eu informei isso, a vontade que ele tinha de voltar para o Brasil por questões particulares. Ele tá bem lá, fala russo, cara extremamente importante pro time, mas tinha toda essa questão. E aí é o que ficou combinado foi que olha, quando acontecer, porque o Nino é muito próximo do mar, quando acontecer a gente vai chegar junto, a gente vai tentar fazer o possível para trazer para você, porque depender da gente vai a gente vai fazer, tá? Foi essa a a foi isso que ficou mais ou menos combinado na época e depois não teve mais conversa porque o Zen já tinha batido o martelo falando que não ia liberar o Nino, tá? Inclusive Felipe Melo, que é muito amigo do Nino também e do próprio Mário Bencur falou isso daí. O o Nino não aceitou nenhuma oferta de ir pro Vasco. E eu vou aqui falar tudo que aconteceu. Um certo dia, o Dinis ligou pro Nino convidando o Nino jogar no Vasco, falando da vontade que ele tinha de de ter o Nino no Vasco. Eh, o Nino obviamente é um cara que respeita todos os clubes, apesar de ser um ídolo do Fluminense, respeita todos os clubes, agradeceu. É, o Vasco conversou com o Zenit, o presidente do Fluminense, Mário Bencu entrou em contato quando viu isso, entrou em contato com com Nino, entrou em contato com Zenit também e o presidente do Zenit foi conversar com o Nino, tá bom? E deixou bem claro pro Nino que o Nino é peça fundamental do Zenit, da engrenagem do Zenit, daquilo que ele pensa que o Zenit é um Zenit forte, vai brigar por títulos, tá legal? Eh, o Nino ele fala o russo fluente e isso é muito apreciado pelos russos, né? A forma que ele chegou rápido e se dedicou aos estudos. Russo, falar russo não é fácil. Eu fiquei na Turquia há 4 anos e e e não falo muito pouco. O turco e é um cara que é muito querido pela torcida, pelo grupo, pelo profissional que ele é, pelo aquilo que ele entrega dentro de campo. Tá bom? Então tudo isso que vem saindo aí, que ele fechou, são falácias. São, infelizmente pessoas que que t o intuito de desinformar os outros. Alô, torcida do Fume, né? Você tem visto muito, muito torcedor aí falar tanta besteira do Nino. Pelo amor de Deus, gente, pelo amor de Deus. Não cai no conto. O Nino não vai pro Vasco. E eu digo com muito respeito ao Vasco. Eu mesmo tenho muito respeito ao Vasco, assim como o Nino também tem muito respeito ao Vasco, mas ele é um ídolo do Fluminense e não fechou nada com o Vasco, muito longe disso. Então eu trouxe aqui bastidores para vocês o que aconteceu. Por favor, cortem esse negócio aí, porque ó, negócio de fake news aí, desinformantes é o que mais temos. Tá bom? Vamos trabalhar com a verdade, pessoal. Estamos juntos. Deus abençoe. Então é isso. O fato é que o Fluminense ofereceu eh mais de 50 milhões, aceitou pagar em torno de 50 milhões ou um pouco mais. Na verdade tá um pouco mais do que isso pelo Nino. A negociação não avançou porque o Zenit não deixou. E quando isso voltar à tona, de alguma forma o Fluminense entrará na briga para evitar que o Nino vá para o rival. Apesar da relação que ele tem ótimo com Fernando Diniz, apesar do respeito que ele tem por todo mundo, ele é muito grato ao Fluminense, tem uma relação muito próxima com todos no clube e não iria jogar para um rival sem antes ouvir do Fluminense se o Fluminense tem condições de chegar e fazer a contratação e fazer uma proposta, tá? A mesma coisa aconteceu com o Luiz Henrique. O Luiz Henrique não queria ir pro Flamengo e eu bati nisso na época e todo mundo ficou: “Você é maluco, você é maluco, mentira”. O Luiz Henrique não queria ir pro Flamengo de jeito nenhum. Ele queria o Fluminense. O Fluminense não chegou no valor que os caras queriam. Daí o Botafogo entrou na parada e ele acabou aceitando ir pro Botafogo. Aí, meu amigo, aí não tem jeito, aí é futebol, aí é negócio, é mercado. Mas a preferência foi dada. Luz Henrique queria voltar para o Fluminense, a mesma coisa é o Nino, tá? Então, só para deixar claro para vocês, em no final do ano, a coisa pode acontecer. em dezembro, em janeiro, uma nova tentativa será feita. Se haverá êxito ou não, a gente vai ter que esperar, tá bom? Um abraço, estamos junto. Valeu, galera. A gente volta com mais informações assim que possível.